Mato Grosso bate recorde de vendas com incremento de 5,5% em 2017

Na soma do consumo de óleo diesel, gasolina e etanol, produtos comercializados nos postos de revenda de combustíveis e serviços, Mato Grosso bateu recorde de vendas. Em 2017, com 5,5% de incremento

Por araguaianews em fevereiro 5, 2018

Mato Grosso bate recorde de vendas com incremento de 5,5% em 2017

  1. Por: DA EDITORIA

Na soma dos produtos comercializados nos postos de revenda de combustíveis e serviços, Mato Grosso bateu recorde de vendas. Em 2017, com 5,5% de incremento, foram comercializados 4,011 bilhões de litros, sendo que em 2016 foi um ano de queda, quando as vendas alcançaram 3,801 bilhões de litros. Em 2015, foram vendidos 3,937 bilhões de litros. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em Mato Grosso, o recorde foi puxado principalmente pelas vendas de óleo diesel. Em 2017 foram vendidos 2,713 bilhões de litros contra 2,584 bilhões em 2016. O aumento foi de 5%.

Números positivos também no etanol. Com 12,4% de aumento, no ano de 2017 foram vendidos 674,442 milhões de litros. Em 2016, foram comercializados 599,950 milhões de litros.

Superando as expectativas, a gasolina cresceu 1,2%, sendo vendidos 623,824 milhões de litros em 2017 e 616,554 em 2016. Percentualmente, Mato Grosso cresceu quase dez vezes mais que o Brasil que registra acréscimo de 0,61% nos três combustíveis. “Isso apesar das fortes altas nos preços da gasolina e do diesel. Desde 3 de julho de 2016, a Petrobras adota nova política de preços para este dois produtos, reajustando nas refinarias quase que diariamente. Desde o início da nova política, somadas as alterações ultrapassam a faixa de 20%”, explica Nelson Soares Junior, diretor-executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo).

Com preço médio de R$ 2,54 o litro, o álcool comercializado nos postos de combustíveis em Mato Grosso continua mais barato do que no resto do país. Para Nelson Soares Junior a explicação para isso é que em função da crise as usinas precisaram vender álcool. “Nós também temos a redução dos efeitos da entressafra com a entrada do etanol do milho que acaba não impactando os preços como impactava antes, e também pela concorrência do mercado”, analisou.

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