Jayme Campos não descarta candidatura ao Governo: “Estou pronto para a guerra”

O secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, ex-senador Jayme Campos (DEM) afirmou que "está pronto para ir para a guerra" quando questionado, na manhã desta terça-feira (6)

Por araguaianews em fevereiro 6, 2018

Jayme Campos não descarta candidatura ao Governo: “Estou pronto para a guerra”

O secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, ex-senador Jayme Campos (DEM) afirmou que “está pronto para ir para a guerra” quando questionado, na manhã desta terça-feira (6), se havia possibilidades de disputar o Governo do Estado. O democrata descarta a possibilidade de disputa proporcional e vê com bons olhos também o projeto ao Senado.

Marcos Lopes

Jayme Campos - reformas em VG

 “Estou pronto para a guerra”, diz Jayme Campos sobre eleições

Nacionalmente, o Democratas poderá lançar a candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao Palácio do Planalto e conforme o ex-deputado federal Julio Campos (DEM), já haveria pedido da Nacional para que um nome fosse viabilizado em Mato Grosso, garantindo assim palanque a Maia.

“Tudo pode ser. Tudo é possível em política. Qual é o problema? Tenho idade, tenho nome, tenho CPF, tenho identidade, todos os requisitos que a Justiça Eleitoral exige eu preencho. Qual  dificuldade que tem? Nenhuma. O jogo está totalmente aberto. Sabemos que o governador Pedro Taques vai definir quem vai ser candidato e ele gostaria imensamente de ter Fávaro como vice-governador. As convenções começam em 5 de julho e encerram 5 de agosto. Tem água para correr debaixo da ponte e não é pouca”, explicou.

O democrata ainda lembrou que está mantida a sua desincompatibilização do cargo de secretário municipal no final de março, justamente para que se coloque à disposição do partido para o processo eleitoral.  “Seu eu estou desincompatibilizando é para que? Não é para sair limpando terreiro, roçando meio fio, nada. Estou pronto para ir para a guerra. Vamos conversar. Não adianta chover no molhado agora. É muito cedo para definir eleição”.

Embora o Democrata esteja na base do governador Pedro Taques, Jayme reitera que a aliança não é eterna.

Sobre a reunião que teria selado um acordo no final de semana mirando as eleições deste ano e resultando na reconciliação entre o governador Pedro Taques e o deputado federal Nilson Leitão, Jayme afirmou que a conversa é “chover no molhado”.

“Pode vir Taques, Fávaro, Nilson e outra vaga para ser discutida, mas isso é chover no molhado. É conversa de bêbado para delegado, é muito precoce. Pode vir Blairo, pode vir Mauro, pode vir Jayme, pode vir o Papa Francisco, desde que se habilite. Está muito cedo. Não podemos atropelar o processo”.

Conforme o democrata, a princípio ficou definido que Taques sairia a reeleição, tendo Carlos Fávaro como vice. Nos bastidores, uma das vagas ao Senado seria preenchida por Nilson Leitão e a segunda ficaria para ser negociada. Segundo informações dos participantes da reunião, Jayme teria aceitado abrir mão de disputar o Senado para contemplar Leitão.

No entanto, Jayme afirmou que nutre simpatia pelo projeto de Leitão, mas que a discussão foi “embrionária”.

“Eu não falo em nome da instituição Democratas, até porque não sou presidente e sim um mero filiado, de maneira que uma tratativa como esta, um assunto como este tem que ter um momento certo para ser discutido. Falo em meu nome que tenho maior simpatia e respeito pelo deputado Nilson Leitão. Agora, isso não significa que a instituição Democratas já está fechada dentro de um projeto político. São assuntos pertinentes para o momento. Acho que esse momento será após o prazo para as filiações partidárias, de desincompatibilização e ao fato de quem vai compor o arco de aliança. Ali foi apenas um momento, politicamente falando, embrionário, de tudo aquilo que poderá acontecer no momento que vai ser discutido a questão das coligações partidárias”, explicou.

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