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Mato Grosso está fora da zona de alerta de índices da covid-19, aponta Fiocruz

A taxa de letalidade em Mato Grosso se encontra atualmente em torno de 1,8%

Por araguaianews em outubro 20, 2021

Conforme os cientistas da Fiocruz, grande parte da redução nos índices da pandemia deve-se aos avanços na vacinação.

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O Brasil tem vivido nos últimos meses quedas em diversos indicadores da pandemia, tais como: positividade de testes de diagnóstico, incidência de casos novos, ocupação de leitos UTI, taxas de mortalidade e ocorrência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Acompanhando a tendência nacional, Mato Grosso também tem registrado avanços no combate à doença e está atualmente  fora da zona de alerta de grande parte dos índices da covid-19. 

Conforme o último boletim publicado pelo Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Mato Grosso acompanha outros 24 estados que estão fora da zona de alerta para ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) voltadas ao atendimento de pacientes infectados pelo coronavírus. Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), nesta terça-feira (19.10), apenas 23,10% dos leitos UTI do SUS estão ocupados no momento, a menor taxa dos últimos meses.

A taxa de letalidade em Mato Grosso se encontra atualmente em torno de 1,8%, o que está mais próximo do registrado em países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem de suspeitos e seus contatos, bem como cuidados intensivos para doentes graves. As maiores letalidades no Brasil foram observadas nos estados de Roraima (14,3%), São Paulo (9,7%), Rio de Janeiro (6,8%) e Alagoas (5,6%).

Conforme os cientistas da Fiocruz, grande parte da redução nos índices da pandemia deve-se aos avanços na ampliação dos grupos populacionais vacinados e maior velocidade no processo de disponibilização de vacinas. “A queda nos óbitos, com o avanço da vacinação, que se aproxima de 50% com esquema vacinal completo, é bastante evidente”, afirmam.

Desse modo, a Fundação destaca ser é fundamental que se continue aumentando a cobertura vacinal para diferentes grupos, combinada com a busca ativa dos faltosos para segunda dose, e que se amplie a dose de reforço para os grupos vulneráveis. Os cientistas ainda defendem  importância do passaporte vacinal como política pública de estímulo à vacinação e proteção coletiva, tendo em vista as pessoas que não completaram o esquema vacinal de duas doses.

Os especialistas pedem também prudência por parte das autoridades e da população. A fim de que cenários de retorno do avanço da pandemia sejam evitados. “A combinação deste conjunto de medidas é fundamental para que possamos ter um processo prudente de retomada das atividades, a exemplo do que vem sendo realizado em Singapura, país exemplar no enfrentamento da pandemia”.

Fonte: www.pnbonline.com.br

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