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Número de mortes por covid-19 tem queda de mais de 96% em MT

No número de casos, a queda também é significativa: 88%.

Por araguaianews em dezembro 1, 2021

covid-19, coronavirus

Pelo sexto mês consecutivo, Mato Grosso registra queda considerável no número de mortes por covid-19. Novembro foi o mês em que menos pessoas morreram pela doença no estado. No comparativo com o pico da pandemia, em abril desde ano, a queda é de 96,62% dos óbitos. No número de casos, a queda também é significativa: 88%. 

Somente em abril deste ano 2021 pessoas perderam suas vidas para o coronavírus no estado. Em novembro, esse número caiu para 68. As quedas vêm sendo observadas de forma cada vez mais intensa, conforme a vacinação completa avança entre a população. Agosto registrou 704 óbitos; setembro, 309 e outubro, 119 mortes.

Quando observadas as confirmações de covid-19 no estado, também é possível constatar a queda na velocidade das infecções. Conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), somente em março deste ano 57809 casos foram confirmados. Em outubro, este número havia caído para 9400 e em novembro para 5781.

Além da menor letalidade dos casos registrados nas últimas, um novo padrão da pandemia é mostrado também pela menor pressão por leitos hospitalares. De acordo com o Governo de Mato Grosso, apenas 6% dos leitos clínicos do Sistema Único de Saúde (SUS) disponíveis para pacientes com covid-19 estão ocupados no estado neste momento. Já a ocupação de leitos de UTI, que já chegou aos 98%, está em 25,56% nesta quarta-feira (01.12).

Especialistas ressaltam, entretanto, a necessidade de reforçar a atenção com os níveis de transmissão com a proximidade da temporada de festas e férias, quando pode haver decisões quanto à flexibilização de algumas medidas. Conforme alerta divulgado esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que vem monitorando dados da pandemia, algumas dessas decisões pode poderiam estar equivocadas quando apoiadas em dados de notificação com atrasos.

“Esses dados são fundamentais para que o país possa estar preparado para  identificar rápida e precisamente quaisquer possíveis surtos locais ou mesmo o retorno de altas taxas de transmissão da doença, como vem acontecendo em alguns países da Europa”, afirmam os cientistas.

Fonte: www.pnbonline.com.br

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