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Mendes diz que melhora na arrecadação e na qualidade de gastos possibilitou corte de R$1,2 bilhão em impostos

O Estado melhorou a sua arrecadação, melhorou a qualidade dos gastos, é um Estado que faz muitas obras”

Por araguaianews em setembro 29, 2021

 

“Eu não tomo decisão pensando em eleição. Eu nem sei se vou para a reeleição, eu nunca falei isso para ninguém, se vou ou se não vou. Eu não discuto eleição, vamos deixar eleição para o ano que vem”, afirmou o governador Mauro Mendes (DEM), em coletiva com a imprensa na tarde desta terça-feira (28), no Palácio Paiaguás, durante o anúncio de redução de impostos no Estado.

“Eu faço isso porque é correto. Porque está provado que o Estado melhorou. O Estado melhorou a sua arrecadação, melhorou a qualidade dos gastos, é um Estado que faz muitas obras”, disse Mendes, acrescentando que “se tem condição de aliviar para o bolso do cidadão, tem que fazer também, e é isso que nós fizemos. Nós estamos com as contas em dia, estamos pagando direitinho, fazendo muitas obras em todas as áreas, então se dá para aliviar para o bolso do cidadão e das empresas, nós temos que fazer também e fizemos”.

Questionado sobre os servidores, principalmente em relação à Revisão Geral Anual (RGA), Mendes foi direto: “primeiro tem que compreender que o Estado existe para prestar serviço para 3,5 milhões de mato-grossenses. Eu tenho que olhar para Mato Grosso inteiro, para quem paga impostos, para quem quer saúde, educação, e tenho que olhar pelo servidor também. E olho, nós estamos melhorando o ambiente de trabalho, fazendo vários tipos de investimentos”.

Mendes explicou que este ano, uma lei impede qualquer tipo de aumento salarial. “Esse ano nós temos uma lei, a lei 173, que proíbe qualquer modificação na despesa com pessoal. Para o ano que vem já está projetado isso. Fazer planejamento é cuidar de tudo. Agora, não posso colocar nenhum setor acima dos demais. Tenho que tratar todos iguais”.

“Nós não vamos conseguir fazer tudo em quatro anos, mas estamos fazendo. E nesse contexto, também faz parte cobrar menos do cidadão. Esse recurso vai voltar para o comércio, o mercado. Toda carga tributária é nociva se ela é muito alta. E o Brasil está no limite em relação a isso. Em Mato Grosso estou dando a minha contribuição, fazendo na prática aquilo que sempre sonhei e dizia que era possível fazer”, completou.

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