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domingo - 16 junho - 2024
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Mendes volta a cobrar definição sobre alíquota do novo imposto nacional previsto na reforma

Para o governador de MT, a reforma tributária não pode ser aprovada sem a definição do valor da alíquota do Imposto sobre Valor Agregado

Para o governador de MT, a reforma tributária não pode ser aprovada sem a definição do valor da alíquota do Imposto sobre Valor Agregado

Conteúdo/ODOC – À imprensa nesta segunda-feira (7), o governador Mauro Mendes (União), voltou a criticar a reforma tributária do Governo Federal, aprovada pela Câmara Federal, que está em tramitação no Senado da República. Segundo Mendes, a reforma tributária não pode ser aprovada sem a definição do valor da alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), o imposto único proposto no texto da reforma.

“Não dá para aprovar uma reforma que mexe profundamente com a vida de 100% dos brasileiros e só depois de aprovado que você vai saber qual o imposto e quanto nós vamos pagar”, disse Mendes, acrescentando que “seria o mesmo que chegar ao restaurante, pedir comida, bebida, sem saber o preço de absolutamente nada do que está comprando. Os brasileiros não podem comprar uma reforma sem saber o valor do imposto que nós vamos pagar depois que ela entrar totalmente em vigor”, disse o governador.

Conforme Mauro Mendes, “com a correria em que o texto foi apresentado, pouca gente teve tempo de aprofundar na compreensão do texto e traduzir em torno da realidade, do dia a dia dos estados e municípios e, acima de tudo, do próprio cidadão e das atividades econômicas”.

A expectativa do governador mato-grossense é de que o Senado Federal possa aprofundar no texto da reforma e dar uma resposta à população. “Nós esperamos e temos absoluta convicção de que o Senado Federal vai ter a maturidade suficiente de aprofundar um pouco mais nesse tema e dizer a todos nós brasileiros, qual será a alíquota que vamos pagar”, destacou Mendes.

O focoprincipal da reforma tributária que tramita no Senado são os impostos sobre o consumo e a repartição dessas receitas. A ideia é unificar os tributos de consumo em uma mesma base de incidência, com a troca do IPI, PIS, Cofins, ICMS e do ISS por um novo imposto único, o Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Fonte: O Documento

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