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Senado vai rejeitar voto impresso auditável e coligações partidárias, afirma diz Jaime Campos

O senador Jaime Campos (DEM), afirmou ao Portal ODocumento que a questão do voto impresso já foi enterrada na Câmara Federal e que a reforma partidária, com a volta das coligações, dificilmente será aprovada no Senado

Por araguaianews em agosto 23, 2021

Votações estão pautadas no Senado para os próximos dias

O senador Jaime Campos (DEM), afirmou ao Portal ODocumento que a questão do voto impresso já foi enterrada na Câmara Federal e que a reforma partidária, com a volta das coligações, dificilmente será aprovada no Senado. “O voto impresso não vai ser não, o voto impresso já está enterrado. O que vamos votar é o projeto de reforma política, a questão das coligações partidárias. Não pode votar no Senado o que já foi enterrado na Câmara”, disse.

Sobre a reforma partidária, em tramitação no Senado, o senador não acredita em aprovação. “Acho muito difícil aprovar no Senado as coligações partidárias. Isso também vai ser enterrado porque eu já vi lá que a maioria dos senadores não concorda com a aprovação da coligação partidária. Até porque em 2017 fizemos a reforma política dizendo que estava proibido coligação partidária. Agora, menos de quatro anos volta o mesmo assunto, isso diminui o Congresso Nacional”, declarou.

“A cada eleição, dependendo do interesse de alguém, do partido, você muda a legislação eleitoral. Eu acho que esse assunto, como o do voto impresso, vai ser enterrado. Alguns tópicos vão ser aprovados. Confesso que estou aguardando o encaminhamento para fazer uma análise mais apurada, sobretudo, discutir partidariamente. O democrata vai ter que sentar e discutir qual o melhor encaminhamento no aprimoramento da legislação eleitoral brasileira”, adiantou.

No que diz respeito a crise entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e um grupo de manifestantes, como o cantor Sérgio Reis e o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, Jaime Campos entende que “as pessoas têm que medir as consequências que poderá vir, eventualmente, em qualquer manifestação. Alguns dizem, ah, mas isso é um direito, liberdade de expressão, mas tudo tem limite na vida. O que o ministro Alexandre de Moraes está defendendo é de que não pode, em hipótese alguma, algumas pessoas que têm uma certa representatividade na sociedade, insuflar invasões, isso chama-se desobediência civil. Isso causa um caos, vai para a guerra civil”, completou.

Fonte: www.odocumento.com.br

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